Telefone de lata é um brinquedo utilizado por crianças para imitar uma ligação de telefone.
Duas latas unidas por um barbante permite a comunicação à distância, transmitindo as ondas da voz pela vibração do barbante, fazendo assim um "telefonezinho".
Fisicamente falando, as Ondas Sonoras, transmitidas pelo telefone de lata, são Ondas Longitudinais que consistem numa série de Compressões, seguidas de Rarefacções, e que se propagam através de Meios como o ar, a água ou os sólidos. As Ondas Sonoras propagam-se muito melhor, e mais rapidamente, nos materiais sólidos do que no ar.
Quando alguém fala ou emite um som, o ar ondula ou vibra. Os nossos ouvidos captam as vibrações de som, ou ondas de som, e enviam-nas para o nosso cérebro. Só então ouvimos o som.
Quando se aplica tensão ao fio e falamos para uma das latas do telefone, o som vibra pelo fio esticado até à outra lata. A pessoa do outro lado do telefone ouve a mensagem após os seus ouvidos captarem as vibrações de som e as enviarem para o cérebro para serem processadas.
As características físicas do Som são: Frequência, Comprimento de Onda, Amplitude e Velocidade.
Frequência e Comprimento de Onda: A Frequência f representa o número de ondas que passa por um ponto num segundo, medidas em Hertz. O Comprimento de Onda λ é a distância entre dois picos de onda sucessivos. A Frequência e o Comprimento de Onda relacionam-se à Velocidade do Som v pela equação:
λ x f = v
A Amplitude é a diferença entre as pressões máxima e mínima no interior das ondas.
A Velocidade depende do meio, sua temperatura e pressão. Em ar seco, a 20ºC, a Velocidade do Som é, aproximadamente, 343 m/s. A Velocidade é superior em materiais mais densos ou sólidos, tal como a água, aço ou um fio em tensão.
Fonte:
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Telefone_de_lata
http://macao.communications.museum/por/Exhibition/firstfloor/moreinfo/1_1_7_TinCanTelephones.html
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Novo grupo
Giovanna Strumiello, 11
João Pedro Anelli, 14
Isabela Araújo, 13
Júlia Inácio, 16
Leticia Ferreira, 20
João Pedro Anelli, 14
Isabela Araújo, 13
Júlia Inácio, 16
Leticia Ferreira, 20
quinta-feira, 31 de março de 2016
terça-feira, 8 de março de 2016
Cabo de Guerra Eletrostático
A segunda prova do ano foi o cabo de guerra eletrostático onde dois alunos atritavam uma bexiga em seus cabelos e lutavam para atrair uma latinha de refrigerante.
Apesar de nossos testes terem um resultado positivo, no dia da competição acabou não funcionando, com isso o grupo sete ficou em sétimo lugar.
Apesar de nossos testes terem um resultado positivo, no dia da competição acabou não funcionando, com isso o grupo sete ficou em sétimo lugar.
Eletroscópio
Primeira prova - Pêndulo atração
Segunda prova - Pêndulo repulsão
Terceira prova - Eletroscópio de folhas (separação das folhas)
Quarta prova - Manter a separação das folhas.
Pra que serve um eletroscópio?
Detectar se um corpo está ou não carregado.
Desempenho - o grupo conseguiu cumprir todas as provas propostas.
Segunda prova - Pêndulo repulsão
Terceira prova - Eletroscópio de folhas (separação das folhas)
Quarta prova - Manter a separação das folhas.
Pra que serve um eletroscópio?
Detectar se um corpo está ou não carregado.
Desempenho - o grupo conseguiu cumprir todas as provas propostas.
3ºB - Grupo 7
Gabriela Santos Bernardes, 10
Giovanna Arena, 11
Isabela dos Santos Araújo, 13
João Pedro Anelli Pinto, 14
Julia Inácio, 16
Letícia Ferreira Sansoni, 20
Giovanna Arena, 11
Isabela dos Santos Araújo, 13
João Pedro Anelli Pinto, 14
Julia Inácio, 16
Letícia Ferreira Sansoni, 20
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Relatório
Nomes:
Gabriela Bernardes , 06
Isabella Lourenço, 11
Júlia Vasconcelos, 16
Carrinho:
Procedimentos:
Recortou-se um pedaço de madeira;
Fixou-se a ratoeira, parafusando-a;
Fixou-se os dois eixos;
Colocou-se as rodinhas (4) nos eixos;
Instalou-se uma haste na ratoeira;
Amarrou-se um pedaço de barbante na haste;
Conclusão:
Concluímos que atingimos o objetivo esperado, afinal conseguimos construir um carrinho onde a ratoeira era a única força presente e cumprimos a prova mínima estabelecida.
Gabriela Bernardes , 06
Isabella Lourenço, 11
Júlia Vasconcelos, 16
Carrinho:
Procedimentos:
Recortou-se um pedaço de madeira;
Fixou-se a ratoeira, parafusando-a;
Fixou-se os dois eixos;
Colocou-se as rodinhas (4) nos eixos;
Instalou-se uma haste na ratoeira;
Amarrou-se um pedaço de barbante na haste;
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Problemas
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Soluções
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Foi recortado um pedaço muito grande de madeira, fazendo com que a
massa do carrinho fosse maior e sua velocidade menor.
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Tendo uma ratoeira pequena, sua mola é mais fraca, fazendo com que a
velocidade do carrinho não fosse tão alta.
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Foi trocada a mola, por uma de outra ratoeira maior, ou seja, mais
forte. Aumentando sua velocidade.
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Alavanca maior que o eixo, e muito pesada.
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Trocada por uma haste menor e mais leve.
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Rodinhas lisas, tendo então pouco atrito fazendo com que o carrinho
patinasse.
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Foi colocado um pequeno pedaço de borracha (papel EVA) em volta das
rodinhas de trás do carrinho.
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Física no projeto:
Velocidade, Energia Cinética, Força, Massa, Tração, Força Elástica.
Cálculos:
Peso
P=m/g
P=400/10
P=40
Velocidade média
Velocidade média
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Tempo
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Distancia
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Velocidade Média
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206 segundos
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3 metros
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192 segundos
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3 metros
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181 segundos
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3 metros
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Conclusão:
Concluímos que atingimos o objetivo esperado, afinal conseguimos construir um carrinho onde a ratoeira era a única força presente e cumprimos a prova mínima estabelecida.
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